Gestarmauriti's Blog

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO GESTAR II – PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR INTERTEXTUALIDADE

junho 30, 2010
Deixe um comentário

OBJETIVOS DA AULA:
Levar o aluno a entender nesta sequência didática a intertextualidade, a reconhecer que
textos de diferentes autores tem elementos comuns entre si. Dentre esses, destacamos:
formação ideológica e discursiva, seleção de temas, seleção de vocabulário e de
estruturas linguísticas.
DURAÇÃO DAS ATIVIDADES – Aproximadamente cinco aulas de 50 minutos.
ESTRATÉGIAS E RECURSOS DA AULA
ATIVIDADE I
Para introduzir as primeiras idéias sobre a intertextualidade, trabalhei com os alunos as
imagens a seguir, baseadas no quadro de Leonardo da Vinci – A Monalisa. Perguntei a
turma o que significa cada uma delas, quando comparadas à pintura original. Gerou um
clima de descontração onde dupla eles tiveram a oportunidade de modificar e recriar
desenhos produzidos pelos colegas, compreendendo assim a intertextualidade.
ATIVIDADE II
Para o desenvolvimento desta atividade, apresentei aos alunos três textos, disponíveis a
seguir. O primeiro deles é a fábula A Cigarra e a Formiga, por La Fontaine. O segundo,
uma versão dessa fábula escrita por Monteiro Lobato, em 1922. E o terceiro texto,
por fim, é outra versão dessa fábula, do escritor Millôr Fernandes, escrita em 2009 e
publicada pela revista Veja.
Pedi a leitura dos textos. Logo após cada texto, fizemos o comentário para uma melhor
compreensão e lancei o desafio fazendo perguntas antes mesmo de passarem para a
leitura do texto seguinte. Discutimos as respostas dadas por eles
TEXTO I
A Cigarra e a Formiga
Tendo a cigarra cantada durante o verão,
Apavorou-se com o frio da próxima estação.
Sem mosca ou verme para se alimentar,
Com fome, foi ver a formiga, sua vizinha,
pedindo-lhe alguns grãos para aguentar
Até vir uma época mais quentinha!
– “Eu lhe pagarei”, disse ela,
– “Antes do verão, palavra de animal,
Os juros e também o capital.”
A formiga não gosta de emprestar,
É esse um de seus defeitos.
“O que você fazia no calor de outrora?”
Perguntou-lhe ela com certa esperteza.
– “Noite e dia, eu cantava no meu posto,
Sem querer dar-lhe desgosto.”
– “Você cantava? Que beleza!
Pois, então, dance agora!”
(Fábula de Esopo, por La Fontaine)
TEXTO II
A Cigarra e a Formiga (A Formiga Boa – Monteiro Lobato)
Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé do formigueiro. Só parava
quando cansadinha; e seu divertimento era observar as formigas na eterna faina de
abastecer as tulhas.
Mas o bom tempo afinal passou e vieram as chuvas . Os animais todos, arrepiados,
passavam o dia cochilando nas tocas.
A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros,
deliberou socorrer-se de alguém.
Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro. Bateu – tique,
tique, tique…
Aparece uma formiga friorenta, embrulhada num xalinho de paina.
– Que quer? – perguntou, examinando a triste mendiga suja de lama e a tossir.
– Venho em busca de agasalho. O mau tempo não cessa e eu…
A formiga olhou-a de alto a baixo.
– E que fez durante o bom tempo que não construiu a sua casa?
A pobre cigarra, toda tremendo, respondeu depois dum acesso de tosse.
– Eu cantava, bem sabe…
– Ah!.. . Exclamou a formiga recordando-se. Era você então que cantava nessa árvore
enquanto nós labutávamos para encher as tulhas?
– Isso mesmo, era eu…
Pois entre, amiguinha! Nunca poderemos esquecer as boas horas que sua cantoria nos
proporcionou. Aquele chiado nos distraía e aliviava o trabalho. Dizíamos sempre: que
felicidade ter como vizinha tão gentil cantora! Entre, amiga, que aqui terá cama e mesa
durante todo o mau tempo.
A cigarra entrou, sarou da tosse e voltou a ser a alegre cantora dos dias de sol.
Do livro Fábulas, Monteiro Lobato, 1994.
TEXTO III
A CIGARRA E A FORMIGA (2009)
Millôr Fernandes
Cantava a Cigarra
Em dós sustenidos
Quando ouviu os gemidos
Da Formiga,
Que, bufando e suando,
Ali, num atalho,
Com gestos precisos
Empurrava o trabalho:
Folhas mortas, insetos vivos.
Ao ver a Cigarra
Assim, festiva,
A Formiga perdeu a esportiva:
“Canta, canta, salafrária,
E não cuida da espiral inflacionária!
No inverno,
Quando aumentar a recessão maldita,
Você, faminta e aflita,
Cansada, suja, humilde, morta,
Virá pechinchar à minha porta.
E, na hora em que subirem
As tarifas energéticas,
Verá que minhas palavras eram proféticas.
Aí, acabado o verão,
Lá em cima o preço do feijão,
Você apelará pra formiguinha.
Mas eu estarei na minha
E não te darei sequer
Uma tragada de fumaça!”
Ouvindo a ameaça,
A Cigarra riu, superior,
E disse com seu ar provocador:
“Você está por fora,
Ultrapassada sofredora.
Hoje eu sou em videocassete
Uma reprodutora!
Chegado o inverno,
Continuarei cantando
– sem ir lá –
No Rio,
São Paulo
Ou Ceará.
Rica!
E você continuará aqui
Comendo bolo de titica.
O que você gan ha num ano
Eu ganho num instante
Cantando a Coca,
O sabãozão gigante,
O edifício novo
E o des odorante.
E pos so viver com calma
Pois canto só pra multinacionalma”.
(Fonte: Revista Veja , 08/07/2009, edição 2120)
Pedi a leitura dos textos. Logo após cada texto, fizemos o comentário para uma melhor
compreensão e lancei o desafio fazendo perguntas antes mesmo de passarem para a
leitura do texto seguinte. Discutimos as respostas dadas por eles.
O texto tem como personagens uma cigarra e uma formiga, como o próprio título
sinaliza. De acordo com o desenrolar da narrativa, é possível identificar características
comportamentais de cada uma dessas personagens. Explicite essas características:
A fábula apresentada tem a seguinte moral: “Os que não pensam no dia de amanhã
pagam sempre um alto preço por sua imprevidência.” Você concorda com essa moral?
Justifique.
O texto de Monteiro Lobato tem relação direta com a fábula lida anteriormente. Que
características esses dois textos possuem em comum, tendo em vista o enredo de cada
um deles?
Apesar de possuir características comuns em relação à fábula, o enredo do texto de
Monteiro Lobato apresenta algumas modificações.
Que modificações são essas?
A moral da fábula aplica-se ao texto de Monteiro Lobato? Por quê?
. O texto de Millôr Fernandes também trata de uma cigarra e de uma formiga. Descreva
o perfil das personagens segundo esse texto.
Explique o que você entendeu do seguinte trecho:
“O que você ganha num ano
Eu ganho num instante
Cantando a Coca,
O sabãozão gigante,
O edifício novo
E o desodorante.
E posso viver com calma
Pois canto só pra multinacionalma”.
9) Analisando as duas relações: da formiga com o trabalho, e da cigarra com a música,
responda: que modificações o texto de Millôr Fernandes trouxe ao enredo da história,
quando o comparamos aos dois textos anteriores?
Após discutir as questões propostas, a conclusão foi dirigida de forma que os alunos
apreendam o sentido dado ao conceito de intertextualidade. Acerca disso, apresentei
algumas diretrizes:
Você pôde observar que os três textos tratam de um mesmo tema e têm uma narrativa
semelhante. Os dois últimos texto se baseiam no primeiro, a antiga fábula A Cigarra
e a Formiga. Logo, esses textos dialogam entre si, mesmo que um autor tenha
uma perspectiva diferente da do outro. A esse diálogo entre textos chamamos de
intertextualidade. Ela está presente em nossa língua a todo o momento, uma vez que
nem tudo o que falamos ou o que escrevemos é original. Além disso, os textos que
produzimos circulam socialmente, podendo modificar-se com o tempo, de acordo com
nossas idéias, nossa visão de mundo, nossas intenções.
Nesse momento, o professor deve solicitar aos alunos que indiquem outros textos
em que percebem relação de intertextualidade. Como exemplos, podem ser feitas
referências a letras de música, a propagandas, a artigos de opinião, etc.
AVALIAÇÃO
Com o objetivo de incentivar a prática de escrita dos alunos, apresentamos mais uma
fábula, a seguir, e sugeri, que os alunos escrevessem individualmente uma versão
diferente para ela, assim como Monteiro Lobato e Millôr Fernandes fizeram com
a fábula A Cigarra e a Formiga. É importante observar que a moral, fruto de uma
ideologia particular, possa ser alterada de acordo com a visão de mundo do aluno.
TEXTO IV
A Leiteira e o Balde
Uma leiteira ia a caminho do mercado.
Na cabeça, levava um grande balde de leite.
Enquanto andava, ia pensando no dinheiro que ganharia com a venda do leite:
“Comprarei umas galinhas. As galinhas botarão ovos todos os dias. Venderei os ovos a
bom preço. Com o dinheiro dos ovos, comprarei um vestido e um chapéu novo. De que
cor?…
Verde, tudo verde, que é a cor que me assenta bem.
Irei ao mercado com o vestido novo. Os rapazes me admirarão, me dirão galanteios e eu
sacudirei a cabeça… assim!…”
…e sacudiu a cabeça. O balde caiu no chão e o leite todo espalhou-se. A leiteira voltou
com o balde vazio…
Como critério de avaliação, observei a coerência e a originalidade nos textos
produzidos.

Anúncios

Publicado em Uncategorized

RELATÓRIO GESTAR II

junho 30, 2010
Deixe um comentário

Da Teoria a Prática – TP1

Conteúdo: Linguagem e Cultura

Relatório do Documentário: Línguas: Vidas em Português

Aluna: Francisca Mary Ane do Nascimento Ramalho Furtado

RELATÓRIO

– DOCUMENTÁRIO –

“VIDAS EM PORTUGUÊS”

O texto que se pretende relatar aborda acerca da temática “Não há língua portuguesa”, e sim, “línguas em português’, extraído do Documentário – Línguas: Vidas em Português que tem por finalidade mostrar a dimensão da Língua Portuguesa, nas suas diversas formas de expressão, nos continentes e lugares onde fixou morada. Trata-se de filme de grande valia, tendo em vista que traz informações importantíssimas para todos, especialmente, para os falantes da língua em estudo.

A origem do referido documentário nasceu na década de 90, quando o diretor Victor Lopes viajava para Lisboa, momento em que, teve a idéia luminosa de pesquisar sobre a Língua Portuguesa, pois, ele , natural de Moçambique, Continente Africano, com nacionalidade portuguesa e domiciliado no Brasil, teve a oportunidade de conviver diretamente com língua em destaque nas suas diversas formas, sendo transmitida de um país para outro.

Para fundamentar a sua pesquisa viajou por vários Continentes, que são: África, Ásia e América, oportunidade em que viveu a emoção de conviver bem próximo com a língua portuguesa sendo expressada por milhões de pessoas através de sotaques diversificados. Em Moçambique (África), Japão e Goa (Ásia) e Brasil (América), há respectivamente 8, 300, 60 e 170 milhões de pessoas falantes da Língua Portuguesa.

A título de informação, é relevante enfatizar que o acervo cultural com que conviveu nos inúmeros países, foi o eixo norteador de toda a sua pesquisa, entrevistando pessoas conhecidas e desconhecidas, intelectuais, estudados e leigos.

No mencionado documentário, retratou personagens renomadas, como por exemplo, José Saramago, Mia Couto, etc., bem como pessoas desconhecidas, visto que, para ele o relevante é que fizessem uso da língua portuguesa, na medida em que é isso que faz a língua caminhar na comunidade e entre as comunidades. Reportou-se, ainda, a questão do latim, o qual morreu, porque ficou sendo usado apenas pela igreja e pelo estado, enquanto que o denominado latim vulgar, isto é, o falado nas ruas propagou-se, desdobrando-se depois para as línguas românticas, quais sejam: Italiano, Espanhol, Português, Francês e Romeno. Em sua pesquisa, constata-se que a Língua Portuguesa possui sotaques diferentes nos lugares em que ela é a língua nativa, mas, somente no Brasil, possuem diversos falares, por isso pode-se afirmar que trata-se de uma língua aberta, permeável. No entanto, o francês é falado do mesmo jeito em qualquer lugar.

Em Lisboa, José Saramago comenta que a facilidade que temos para expressar nosso pensamento está estreitamente vinculado com o nosso acervo cultural, com a quantidade de palavras que conhecemos.

O documentário retrata a cultura de vários povos e sua forma de compreender o mundo, sonhos e expectativas.

Dentro deste contexto, merece destaque o que Mia Couto fala, a respeito de dois mundos, no que se refere a cultura, então vejamos: Inhaca é o nome de uma ilha, localizada à entrada da baia de Maputo, no sul de Moçambique. A referida ilha fica apenas a uma distância de 30 km de Maputo. Então, quando alguma pessoa necessitava sair da ilha para Maputo, por exemplo, os habitantes organizavam um ritual. É, como se organizassem uma cerimônia de despedida para alguém que fosse para um lugar bem distante e não tivesse data para retorno.

Mia Couto, afirma ainda, que quando pesquisamos, não só viajamos no espaço geográfico, viajamos por pessoas.

Em síntese, pode-se afirmar que o documentário é altamente instrutivo, trata da linguagem e cultura, mais especificamente, mostra diversos falares do português, sendo expressado por diversos povos. Tal conhecimento com certeza enriqueceu e ou complementou o conteúdo estudado no Curso GETAR II – Teoria e Prática 1.


Publicado em Uncategorized

RELATÓRIO GESTAR II

junho 30, 2010
Deixe um comentário

Da Teoria a Prática – TP3
Conteúdo: Gêneros e Tipos Textuais
Relatório do Filme: Narradores de Javé
Aluna: Francisca Mary Ane do Nascimento Ramalho Furtado
NARRADORES DE JAVÉ
O texto que passar-se-á a discorrer é fundamentado no filme intitulado: “Narradores
de Javé”, o qual retrata a história de um povo humilde, simples, sofrido, sem conhecimento da
linguagem escrita, e que, de repente, são forçados a deixarem a sua amada Terra, local onde
firmaram suas raízes, construíram laços de amizade em função de uma Usina hidrelética que será
instalada.
O filme, nos faz lembrar uma história muito próxima, acontecida na Comunidade da
cidade de Jaguaribara-CE, onde o povo foi transferido para a 1ª cidade planejada do Estado do
Ceará, “Nova Jaguaribara”, tendo em vista que naquela cidade foi construído o 2° açude maior do
mundo, denominado “Castanhão”.
Retornando a relatar a temática em pauta, pode-se afirmar que o filme expõe acerca
da angustia do povo, que não sabe o caminho a seguir, para evitar a inundação de Javé, por meio da
instalação da referida hidrelética, que logo será construída. Após várias indagações, conversas sobre
o assunto, encontraram uma solução, qual seja: “Transformar Javé em Patrimônio Histórico da
humanidade, objetivando, com tal feito, preservá-la. Em seguida, surge outro problema, quem iria
redigir o Texto Científico a respeito de Javé, desde seu surgimento à sua evolução, enfatizando
pontos fortes, como por exemplo: arquitetura local, cidade centenária, antiguidades, documentos,
dentre outros, expondo razões, justificativas para que a mencionada cidade não fosse destruída, e
sim, preservada, se, na comunidade não havia leitores e nem escritores.
Assim, após várias conversações acerca do assunto lembraram de um indivíduo,
conhecido pelas inúmeras fofocas que escrevia sobre os moradores, conhecido por Antonio Biá, e o
incumbiram da missão de escrever o texto a respeito de Javé, como forma de remissão do mal que já
havia feito a população com as inúmeras fofocas criadas e divulgadas a respeito dos habitantes
daquela comunidade.
Então, Biá inicia o trabalho visitando as famílias e fazendo perguntas a respeito da
origem de Javé, tais como: como começou; Seus fundadores, dentre outras. Acontece, que a cada
visita realizada obtinha uma resposta diferente para a mesma pergunta, e cada pessoa entrevistada
dava ênfase a sua família no percurso histórico de Javé, e não, a quem tinha de fato havia
contribuído para a sua criação.
É interessante enfatizar, que os habitantes da cidade em evidência se expressavam,
tanto no seu cotidiano, quanto nos seus relatos, através de dialetos, linguagem informal, coloquial,
posto que, desconheciam a norma culta. Não tiveram acesso a educação sistematizada.
Em continuidade, pode-se afirmar que Biá fica confuso, perdido, no meio de tantas
informações incoerentes, tendo em vista, que as versões dos entrevistados são alteradas de acordo
com cada narrador. Então, como saber qual a versão verdadeira, como condensá-la em apenas uma,
e, por conseguinte, registrar na linguagem escrita formal, os diversos relatos, tornando o texto
científico.
O tempo passa e os entrevistados não chegam a uma opinião comum acerca do
percurso histórico de Javé. E, devido às múltiplas versões, Biá fica triste por não ter cumprido a sua
missão de escrever a história de seu próprio povo. Logo a cidade não se transforma em Patrimônio
Histórico e é inundada pelas águas.
Fazendo, uma retrospectiva no que se refere aos conteúdos estudados no Curso
GESTAR II, em suma, evidencia-se que o filme aborda o tipo textual descritivo, com a
predominância do Narrativo, estando presentes vários gêneros textuais, dentre eles a Carta e a
Entrevista.
Diante do exposto, fica evidente a relevância da educação sistematizada na formação
humana. Levando-se em consideração que o exercício da cidadania está estritamente
vinculado a quem é detentor do conhecimento, pois somente quem teve acesso a Linguagem
verbal e não verbal põe em prática a questão dos direitos e deveres sociais e humanitários.


Publicado em Uncategorized

RELATÓRIO – V GESTAR II

junho 30, 2010
Deixe um comentário

Da Teoria a Prática – TP3
Conteúdo: texto poético e subclassificação do texto poético:cordel
ATIVIDADE –
Público Alvo: Alunos da EJA – 8º/9º
Turno: Noturno
Escola: Centro Educacional de Mauriti – CEM
Professora: Fca. Mary Ane do N. Ramalho Furtado
A atividade que será discorrida tratou-se do texto poético e da
subclassificação do texto poético: O cordel. Embora âmbos sejam literários, o objetivo é
trabalhar a diferença dos referidos textos, destacando a relevância de âmbos.
Assim, os textos que serviram de base para o estudo foram os textos: “As sem-
razões do amor (poema), Satanás trabalhando no roçado de São Pedro(subclassificação do
texto poético) e Sou cabra da peste (subclassificação)”.
Iniciou-se a presente atividade por meio da leitura oral dos textos poéticos
referidos anteriormente, seguindo de comentários do educador acerca do conteúdo em estudo,
e posteriormente do processo interativo em que docente e discentes analisam as semelhanças e
diferenças mais marcantes entre o gênero poético e o cordel de forma coletiva e registrando no
quadro-de-giz.
Desta forma, após analisarem as semelhanças e as diferenças entre os textos,
conforme visto anteriormente, o
educador apresentou conceitos, visando maiores
esclarecimentos sobre os conteúdos em evidência. E em seguida redigiu no quadro-de-giz o
Resumo seguinte:
Caracteristicas do gênero poético
Os textos podem ser produzidos por uma ou mais estrofes;
A estrofe é o grupo de versos em que os poetas dividem seus poemas;
O ritmo poético é resultante de vários recursos formais linguísticos, entre eles a rima e a
métrica;
Rima é o jogo sonoro que se constrói por sons semelhantes, ou mesmo iguais, usados ao final
de cada verso;
Métrica é o jogo entre o número de sílabas que constituem os versos;
Rima e métrica recebem diferentes valorizações em diferentes escolas literárias.
Mas não só de rima e métrica se faz o texto poético. Também o jogo de sílabas
tônicas, dos fonemas vocálicos e consonantais e a pontuação desempenham importante papel
na obtenção do ritmo poético. Por isso, é importante lermos versos em voz alta.
Além disso “musicalidade” ou melodia do poema, a linguagem poética também
explora muito o jogo de sentidos e as idéias figuradas ou conotativas.,
Os critérios para caracterizar uma forma literária ou poética podem variar de
época para época. Mas uma coisa permanece constante: na linguagem literária, tão
importante quanto dizer é o como dizer. Por isso, forma e conteúdo são inseparáveis.
Caracteristicas do gênero poético: o cordel
O cordel é um gênero textual com origem na Idade Média, que ainda hoje tem
uma função social de ensinamento, de aconselhamento, de transmissão de informações.
Quanto à forma, apresentas caracteristicas do gênero poético, com rima,
métrica e disposição das informações em verso.
Originalmente uma narrativa oral popular, o texto de cordel conserva marcas
de oralidade e a forma em verso tem objetivo de facilitar a memorização para ouvintes muitas
vezes analfabetos.Representa também uma transição entre a cultura popular e a literária.
Como os gêneros ficam marcados por sua história, por seu uso, as mudanças no
cordel, e nas funções que desempenham ao longo da história, confirmam as caracteristicas do
gênero como produto histórico, ligado às condições de sua produção e à situação
sociocomunicatica.
É pelo conjunto de caracteristicas, não apenas por uma ou outra isoladamente,
que se pode dizer que este é um gênero poético, e que, no âmbito desse gênero, recebe a
subclassificação de cordel, por apresentar, predominantemente, form em verso, finalidade de
aconselhamento, marcas de oralidade, público original muitas vezes analfabeto, temas do
cotidiano.
Estrutura do Cordel:

Número variável de páginas:8, 16,32 ou 48;

Os folhetos de 8 e 16 páginas, contam algo ocorrido na região, os chamado versos
noticioiosos. Funcionam como joranis. Mesmo já sabendo o que aconteceu, a população
compra o folheto para ler a visão do poeta. As Enchentes no Brasil no Ano Setenta e
Quatro e a Criação de Brasília marcaram época.
− Os folhetos mais longos de 32 ou 48 páginas, são romances, que narram histórias de ficção
ou carochinha;
− Os versos são escrtio em sextilhas (estrofes de 6 (seis) linhas com 7 (sete) sílabas cada uma,
com o seguintes esquema de rimas AXBXCX;
− Raramente são escritos em septilhas (AXBXCCX) ou décimos, que obedece aos esquemas
de rimas já consagradas na cantoria de viola, ABBAAXXOOX.
Após a conclusão do conteúdo exposto acima, posso afirmar que os resultados
foram satisfatórios, na medida em que a finalidade foi alcançada, qual seja: compreensão do
conteúdo por parte dos alunos. O conteúdo foi palanejado para ser trabalhado em 5h/a e foi
concretizado em 14h/a, devido ao nível restrito de conhecimento do assunto pelos alunos
(detectado na atividade de sondagem); a complexidade do tema; atividade oral desenvolvida
em sala; aprofundamento do conteúdo; uso do quadro de giz nas explicaçõs e resumo, etc. O
plano de aula é flexível, portanto o educador deve alterar o assunto a ser trabalhado
(aprofundamento) e a carga horária a ser desenvolvida, e tudo que julgar necessário para a
prática pedagógica eficiente. Logo não importa se o conteúdo vai ser aplicado em tempo
superior ao previsto, o importante é o processo e o produto. Quanto a estes foi satisfatório.


Publicado em Uncategorized

RELATÓRIO – IV GESTAR II

junho 30, 2010
Deixe um comentário

Da Teoria a Prática – TP3
Conteúdo: Gênero literário e não-literário
ATIVIDADE
Público Alvo: Alunos da EJA – 8º/9º
Turno: Noturno
Escola: Centro Educacional de Mauriti – CEM
Professora: Fca. Mary Ane do N. Ramalho Furtado
A atividade que se passará a discorrer realizou-se no clima de motivação,
tendo em vista que o educador, após organizar a sala de aula (colocando as carteiras em
circulos, objetivando maior integração grupau), distribuiu entre os alunos cópias de textos
literário e não-literário, propôs inicialmente que os alunos realizassem silenciosamente e em
seguida, coletivamente a leitura da poesia intitulada “Memória”, poesia: “Ausência” e do texto
não-literário, denominado “Atividade industrial e espaço geográfico”.
Após a leitura, iniciou-se o estudo oral dos mencionados textos, que
através do diálogo, da conversação e da exposição de idéias o educador conduziu o trabalho.
A principio fez indagações a respeito:das características dos gêneros textuais abordados; o que
se entende por gênero literário e não-literário, organização dos textos, nível de formalidade
linguistica, finalidade de uso dos textos, dentre outros (com o objetivo de resgatar o
conhecimento intuitivo dos alunos a respeito do assunto em estudo, distinguir o texto literário
do não-literário e, por conseguinte com a soma de conhecimentos consolidar a aprendizagem).
Após as respostas dos alunos, o educador fez explanações mais precisas no que concerne aos
conceitos, quais sejam: Gênero não-literário (são os textos utilitários ou funcionais (informa,
convence, explica, responde, ordena, etc) tendo como finalidade maior a informação,
exemplos: texto de divulgação científica, artigo jornalistico, anúncio classificado, horóscopo,
receita médica etc.); Gênero literário tem função estética, ou seja, em qualquer situação
particular, a leitura de um texto literário desperta emoções, prazer. Tem como principal
finalidade explorar o aspecto lúdico, estético, da linguagem. Opõem-se a textos que têm como
principal finalidade transmitir informações, regulamentar comportamentos ou desempenhar
outros objetivos “práticos ou utilitários. Em fim, o texto literário se caracteriza pela
exploração de imagens que as palavras podem criar e pela finalidade de proporcionar prazer
aos leitores ou ouvintes, exemplos: poemas, contos, romances, novelas, etc.
Ao término das considerações a respeito do conteúdo em estudo, atingiu-se um
certo patamar de aprofundamento do tema. Então, passou a etapa seguinte da atividade: o
educador solicitou aos alunos nova leitura dos textos referidos anteriormente, conforme cópia
em anexo. Assim, procedeu-se a leitura oral por alguns alunos e leitura coletiva de todos os
textos. Após esta etapa da atividade, o educador pediu que os alunos identificassem os textos
literários e os não-literário, apresentando justificativa.
A referida atividade aconteceu de forma participativa onde os alunos
respondiam oralmente os questionamentos do educador.
Desta forma, pode-se afirmar que, embora, o conhecimento intuitivo dos alunos
com relação aos textos literários e não-literário seja restrito, após os debates, questionamentos,
exposições de conceitos, exemplos, atividades realizadas, afirma-se que houve a compreensão
do conteúdo em estudo.


Publicado em Uncategorized

RELATÓRIO – II GESTAR II Da Teoria a Prática – TP3 Conteúdo: Gênero Textual

junho 30, 2010
Deixe um comentário

ATIVIDADE – AUTOBIOGRAFIA
Público Alvo: Alunos da EJA – 8º/9º
Turno: Noturno
Escola: Centro Educacional de Mauriti – CEM
Professora: Fca. Mary Ane do N. Ramalho Furtado
A atividade foi desenvolvida dentro dos padrões previamente planejado.
Para tanto, elaborou-se, conforme visto em anexo, atividade direcionada do gênero
autobiografia, tipo textual predominante narrativo, onde, a princípio, apresentou-se modelo
do gênero a ser desenvolvido, seguido de orientações específicas de cada etapa a ser seguida
pelo educando, visando orientar bem, todo o processo de elaboração com vistas ao produto
eficiente.
Assim, iniciou-se a tarefa distribuindo entre os alunos a atividade
mimeografada, com todas as orientações necessárias a sua realização.
Prosseguindo, o orientador fez a leitura de todo o material distribuído,
sendo acompanhado pelos alunos. Em seguida realizou nova leitura, sendo que desta vez, a
medida em que ia lendo, explicava a respeito da atividade prática a ser realizada, bem como,
tirava dúvidas. O educador, dentre as orientações básicas, informou, também, que os alunos
dessem respostas completas às perguntas, porque isso daria sentido ao texto na hora de
agrupá-las em parágrafos, que não se preocupassem com a parte ortográfica, pontuação,
concordância, etc., pois a primeira escrita era apenas um rascunho, até chegar ao produto
(resultado final), muitas correções seriam realizadas.
Os alunos iniciaram a atividade refletindo sobre a própria vida,
respondendo a um questionário, contendo 14 perguntas, sendo todas direcionada ao próprio
educando, já que, como é do conhecimento de todos, a autobiografia é o gênero textual em que
o autor narra sobre aspectos da própria vida.
Em continuidade, os alunos concluíram a 1ª etapa da tarefa, qual seja:
responderam ao Questionário, em 2h/a. Passando em seguida, a produção textual
propriamente dita, construção do gênero: autobiografia. Para tanto, organizaram o novo
texto, de acordo com as orientações, agrupando as respostas do questionário em parágrafos.
Concluíram, a 2ª etapa da produção do gênero mencionado em 4h/a,
perfazendo um total geral na construção de todo o texto em 6h/a (equivalente a três dias, de 2h/
a cada). Em seguida o educador, fez a leitura do texto juntamente com o aluno, mostrou as
incoerências presentes, os equívocos gramaticais e solicitou que o aluno redigisse novamente o
texto, fazendo as alterações necessárias. Vale acrescentar que alguns alunos se negaram a
realizar esta 3ª etapa (correção e redação final), apesar da insistência do educador, que expôs
os motivos, a relevância dessa etapa final para a construção do conhecimento.
Destaca-se ainda, que nesse percurso (da produção do texto), contaram
com presença marcante do educador motivando-os, incentivando-os por meio da oralidade, do
acompanhamento individual, no qual o educador circula pela sala de aula, aproxima-se de
cada aluno que se encontra trabalhando e faz a leitura do que está sendo redigido e orienta o
processo. O acompanhamento individual e coletivo é imprescindível para o êxito de todo o
processo.
Após receber todos os textos produzidos pelos alunos, o educador pediu
aos discentes que se organizassem em circulo, na sala de aula. Em seguida, expôs que cada
aluno faria a leitura do seu gênero textual: AUTOBIOGRAFIA.
A maioria dos educandos cumpriram essa tarefa e demonstraram
satisfação na sua realização.
De modo geral, posso afirmar que foi um trabalho bastante produtivo,
significativo, enriquecedor, tendo em vista os resultados satisfatórios. Ficando evidente a
compreensão dos alunos no que se refere ao conceito do gênero estudado, a sua estrutura, etc.,
e especialmente, a produção do gênero em evidência.
Informa-se ainda, que a produção é o princípio e o fim para a construção do
verdadeiro conhecimento, tendo em vista não ser exclusivamente com conceitos que o
verdadeiro aprendizado acontece, e sim, é na prática do fazer que o conhecimento é
construído.


Publicado em Uncategorized

RELATÓRIO – I GESTAR II

junho 30, 2010
Deixe um comentário

Da Teoria a Prática – TP3
Conteúdo: Gêneros Textuais
SONDAGEM
Público Alvo: Alunos da Educação de Jovens e Adultos – EJA – 8º/9º
Escola: Centro Educacional de Mauriti – CEM
Professora: Fca. Mary Ane do N. Ramalho Furtado
O planejamento constitui atividade essencial para se alcançar os objetivos
almejados. Isso é válido para qualquer área do conhecimento, em outras palavras para
qualquer área da atividade humana, especialmente, no que concerne ao setor da educação
Assim, é evidente que, na área educacional, o planejamento é passo
indispensável para obtenção do êxito no processo ensino-aprendizagem. Então, está incluso no
plano os conteúdos a serem desenvolvidos, a forma como vai ser aplicado e como vai ser
avaliado, dentre outros, sempre com vistas ao redirecionamento de ação.
Prosseguindo, é relevante informar que antes de aplicar o assunto
pretendido, no âmbito da sala de aula, torna-se imprescindível diagnosticar o nível de
conhecimento dos educandos acerca do conteúdo a ser trabalhado, pois é com base nesse
conhecimento que o educador organiza as atividades pedagógicas. Dentro dessa perspectiva, a
atividade de Sondagem é inerente nesse contexto.
Desta forma, com a intenção de trabalhar o assunto Gêneros Textuais,
planejou-se, a princípio, a Atividade denominada “Sondagem” que aconteceu da seguinte
forma: em primeiro lugar palavras de orientação, incentivo e motivação, em que o educador
expõe o significado da sondagem; informa que nesta atividade haverá apenas nota de
participação, isso com a finalidade de que os alunos não se sintam apreensivos (com medo de
errar) na execução da tarefa; expor que o mais relevante é o empenho na realização da
atividade, que se sintam a vontade para apresentar todo o seu conhecimento sobre o assunto;
explicar que posteriormente estudarão em conjunto cada gênero textual (características,
estruturas, diferenças entre os diversos gêneros, etc.). Em segundo lugar distribui-se entre os
alunos uma folha digitada contendo 08 (oito) espécies de gêneros textuais quais sejam:
Prosseguindo, realizou-se a seguinte prática: leitura silenciosa de todos os
gêneros textuais pelos alunos; leitura oral pelo educador; leitura continuada de todos os
gêneros pelos alunos. Em seguida solicitou-se a realização da Atividade escrita pelos alunos,
onde iriam identificar cada gênero textual lido e o porquê de tê-lo identificado como tal. Como
havia gêneros com a presença marcante de imagens, houve também questão relativa a imagem
no sentido de desenvolver no aluno a capacidade de percepção, tipo, por que em determinado
texto a imagem pode ser dispensada e em outro não. A educadora enfatizou que os alunos
fizessem uso da intuição linguistica, do conhecimento de mundo ( adquirido ao longo da vida)
para o reconhecimento de cada gênero textual. E ainda, tratou da importância da leitura e
releituras dos textos que é fundamental para identificação rápida e precisa.
A atividade(que segue em anexo) foi realizada pela maioria dos alunos de
forma ativa, dinâmica e dedicada. No decorrer da mesma os discentes faziam indagações ao
docente com vistas a sanar dúvidas. No entanto, o professor dizia de forma tranquila,
motivadora que não podia debater a respeito do assunto neste momento, bem como responder
às perguntas, tendo em vista que a finalidade da tarefa, conforme já havia sido explicado, era
exatamente a exposição do conhecimento prévio, intuitivo do aluno, e o papel do educador,
nessa fase, objetiva captar o nível de conhecimento do aluno para direcionar e ou redirecionar
a sua proposta de trabalho de maneira eficaz. Logo, sugeriu aos alunos que respondessem
atividade de acordo com o seu entendimento, não pensem em certo ou errado, tendo em vista
que, nesse momento, não há espaço para isso. Na etapa seguinte, haveria análise e reflexão
sobre as respostas escritas dos alunos, onde serão tiradas as dúvidas e chegar-se-ao com
certeza á compreensão dos gêneros textuais como atividade inerente do ser humano,
essencialmente cotidiana (no dia-a-dia produzimos e nos deparamos constantemente com
diversos gêneros textuais), pois a comunicação (verbal e não verbal) concretiza-se por meio
dos gêneros textuais (diferentes maneira de organizar linguisticamente as informações no
Ao término, os alunos entregaram as atividades, que foram realizadas em
Análise das Atividades : “Diagnóstico final”
A maioria dos alunos apresentaram conhecimento intuitivo acerca dos
seguintes gêneros textuais: bilhete, carta, receita culinária. Com relação a poesia e cordel
(subclassificação da poesia), classificaram ambos como poesia, o que é por demais
compreensivo, visto que apresentam características idênticas (ex:rima, métrica, disposição das
informações em versos,etc.), a diferença se dá de fato no contexto histórico, e são raros os
alunos que fazem tal diferença, inclusive professores. No que se refere a autobiografia e
biografia, a maioria identificou como gênero história por falar, narrar sobre a vida de alguém.
Isso significa que houve conhecimento intuitivo, embora a denominação tenha sido mal
interpretada, na medida em que não existe o gênero “história”. Mas, percebe-se que a análise
foi concretizada pelo tipo de texto (narrativo). Isso demonstrou que o aluno não compreende a
diferença entre gênero e tipo textual, o que possibilitará ao educador trabalhar bem essas
Agora, com o diagnóstico em mãos, o educador fez exposição sobre
gênero textual ( relevância, conceito, exemplos de gênero, como: receita, nota de compra,
bilhete, carta, propaganda, sermão, conversa de telefone, aula, anedota, editoriais, artigos de
fundo, notícias, telefonemas, telegramas, telemensagens, teleconferências, videoconferências,
reportagens ao vivo, cartas eletrônicas (e-mails), bate-papos virtuais, aulas virtuais, artigo
científico, artigo de divulgação cientifica, carta comercial, carta pessoal, reunião de
condomínio, horóscopo, bula de remédio, resenha, conversação espontânea, edital de
concurso, inquérito policial; etc.). Em seguida devolveu a cada aluno a sua atividade e
juntamente com eles foi analisando cada gênero, perguntando e mostrando as diferenças. Isso
oportunizou aos alunos detectarem os acertos, os erros e com certeza ampliar o nível de
conhecimento, com fundamentação teórica. No decorrer do estudo, da parte teórica a respeito
dos gêneros, os alunos demonstraram satisfação com o próprio conhecimento e com os novos
Diante do exposto, pode-se afirmar que, após esta fase, os alunos estão
prontos para passar a etapa mais relevante e mais complexa de todo o processo, qual seja:
produzir os gêneros textuais, pois é fazendo que de fato a aprendizagem acontece. Portanto,
toda atividade com gêneros deve-se fundamentar na produção.
Conclui-se então, que a sondagem é atividade pedagógica indispensável
no processo educativo. E que a atividade bem elaborada e bem aplicada (com leitura,
releituras, incentivo oral por meio de palavras que resgatem a autoconfiança no próprio
conhecimento, dentre outros) vem a tona todo o potencial dos alunos, deixando-os seguros
com relação aos seus próprios conhecimentos, despertando nos mesmos prazer e satisfação na
realização das atividades solicitadas, e por conseguinte, possibilita ao educador direcionar as
atividades vindouras com fundamentação, dentro dos padrões teóricos e práticos de acordo
com o nível de conhecimento dos alunos.


Publicado em Uncategorized

AVANÇANDO NA PRÁTICA – UNID 14 PAG: 97 ( O processo de leitura )

junho 22, 2010
Deixe um comentário

E. E. F. Careolano Leite

Curso de Língua Portuguesa – Gestar II

Orientadora: Flaviana Alves

Aluna: Maria Euveciana de Lacerda

Para trabalhar esta unidade utilizei dois textos diferentes na estruturas, porém, contendo o mesmo assunto que é cidades. Primeiro leram o texto em prosa “Nossas cidades” fizeram uma análise identificando os transtornos que passam as grandes cidades. Em seguida inicie o avançando na prática página 97, conforme as instruções da atividade. Escrevi o título na lousa ”Uma cidadezinha qualquer” e pedi que se fizesse uma interpretação, cada um foi dando sua opinião.

Após este momento distribui para cada um a cópia do poema, que para eles foi uma grande supressa por ser um texto muito pequeno. Daí começa a nossa discussão mostrando-lhes que o sentido do texto não depende do tamanho, mas do conteúdo que ele traz. Forma feitas leituras silenciosas e em seguida oral. A analise foi feita por estrofe e versos tentando entender o que cada um queria dizer, alem de fazer um paralelo como outro texto lido, ressaltando as diferenças.

Cada um foi motivado a escrever sobre sua cidade, como também retratar nas aulas de arte o poema através de desenho. Esta atividade foi realizada no 9º ano.


Publicado em Uncategorized

AVANÇANDO NA PRÁTICA – UNID 13 PAG: 50 ( leitura escrita e cultura

junho 22, 2010
Deixe um comentário

E. E. F. Careolano Leite

Curso de Língua Portuguesa – Gestar II

Orientadora: Flaviana Alves

Aluna: Maria Euveciana de Lacerda

Para trabalhar a oficina da unidade 13, página 50, trouxe para sala de aula cópias de duas musicas, sendo uma regional, de Luiz Gonzaga e outra pop de Paralamas de sucesso, com o objetivo de diferenciar os estilos musicais e a cultura vivida por cada um desses compositores. Na ocasião discutimos também as festas regionais e a divulgação de cartazes, apresentando exemplos através de recortes. Nesta aula também foi discutido a leitura verbal e não verbal apresentada nos cartazes.

Como a atividade foi realizada no 9º ano foi sugerido para a turma a elaboração do cartaz da festa de colação de grau. No cartaz eles faziam o convite através da linguagem verbal e não verbal. Sendo a sala dividida em cinco grupos, o vencedor seria o que mais ganhassem aplausos na hora das apresentações.

Esta atividade foi realizada nas aulas de arte, pois a criatividade artística era o objetivo primordial dessa atividade


Publicado em Uncategorized

AVANÇANDO NA PRÁTICA – UNID 11 PAG: 115 ( gênero injuntivo e preditivo )

junho 22, 2010
Deixe um comentário

E. E. F. Careolano Leite

Curso de Língua Portuguesa – Gestar II

Orientadora: Flaviana Alves

Aluna: Maria Euveciana de Lacerda

Após o estudo sobre o gênero cordel, dei continuidade com os trabalhos com as seqüências tipológicas, enfatizando e diferenciando os tipos narrativos e descritivos. Na oportunidade dividi a sala em dois grupos para que cada um pudesse escolher os textos expostos e selecionassem de acordo com o conhecimento de cada grupo. Vale salientar que na aula anterior solicitei que cada um trouxesse bulas, receitas culinárias, manual de instrução, etc.  Os textos narrativos foram os que mais chamaram a atenção visto que era um gênero já conhecido da sala.

Em seguida introduzi o gênero descritivo, injuntivo e preditivo. Para esta atividade utilizei o jornal as seções de previsão do tempo e os signos que para eles eram novidades o nome que se davam a esse tipo de texto, utilizei também os textos trazidos por eles. Nessa atividade utilizei a gramática contextualizada para reforçar os conhecimentos sobre os verbos, em especial os utilizados neste tipo de texto.

Na aula seguinte, como toda aula conclusiva pedi para realizar a produção, sendo que cada seria realizada em duas etapas. A primeira em grupos que com ajuda da bula criaram para os sentimentos: alegria, amor, amizade, carinho, uma bula para ser afixada na sala através de cartazes; a segunda, individual em que cada um poderia escolher entre a elaboração da previsão do signo do colega ou uma receita culinária.

Foi uma atividade muito prazerosa.


Publicado em Uncategorized
Próxima Página »

About author

The author does not say much about himself

Pesquisar

Navegação

Categorias:

Links:

Archives:

Feeds